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quarta-feira, 11 de maio de 2011

O carpinteiro

Pessoal, esse texto foi publicado em uma revista nacional. Eu li, achei lindo, forte e decidi compartilhar com vocês. Vale a reflexão.

O carpinteiro

Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Contou a seu chefe os planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas para viver uma vida mais calma com sua família.

Claro que sentiria falta do pagamento mensal, mas necessitava da aposentadoria.
O dono da empresa sentiu em saber que perderia um dos seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma casa como um favor especial.

O carpinteiro consentiu, mas com o tempo, era fácil ver que seus pensamentos e coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e utilizou mão de obra e matéria prima de qualidade inferior.

Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.

Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro e disse:

- Esta é a sua casa, é meu presente para você!
Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado.
Agora iria morar numa casa feita de qualquer maneira.
Assim acontece conosco. Construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor.
Nos assuntos importantes não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.
Pense em você como um carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente.
É a única vida que você construirá. Mesmo que tenha somente mais um dia de vida, esse dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade.
Na placa da parede, está escrito: A vida é um projeto de faça você mesmo!
Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o resultado das atitudes e escolhas que você fizer hoje.

Autor desconhecido

domingo, 8 de maio de 2011

SUA MOCHILA DE PEDRAS

Imagem: http://images.google.com.br


(enviado por Thaís Cupini)

        Você possui uma. Uma mochila. Provavelmente não sabe, talvez ninguém tenha lhe contado. Pode ser que não se lembre. Mas lhe foi dada.
        Você precisa dela para carregar as pedras. Rochas, penedos, cristais. Todos os tamanhos e formas. Todos não desejados.
        Você não os pediu ou procurou por eles. Mas lhe foram dados.
        Não se lembra?
        Algumas foram as rochas da rejeição. Uma você ganhou quando não passou naquela tentativa. Não foi falta de esforço. Deus sabe o quanto treinou e se esforçou. Pensou que era bom demais para o time. Mas não o treinador. Não o instrutor. Você achava-se bom o suficiente, mas eles não concordaram.
        Eles e quantos outros?
        Não é necessário viver muito para ter uma coleção de pedras. Faça um mau curso, uma escolha ruim. Cometa um erro. Seja chamado por alguns nomes. Seja escarnecido. Seja abusado.
        E as pedras não param na adolescência. Esta semana, enviei uma carta a um homem desempregado, rejeitado em mais de cinqüenta entrevistas.
        Então a mochila começa a pesar com o número de pedras. Pedras da rejeição. Pedras que não desejamos. Juntando-se a algumas que nós mesmos já possuímos.
        Olhe dentro da mochila e verá que nem todas as pedras são de rejeição. Há um segundo tipo delas. Pedras de remorso.
        Remorso pela vez em que perdeu a paciência.
        Remorso pelo dia em que perdeu o controle.
        Remorso pelo momento em que perdeu o orgulho.
        Remorso pelos anos em que perdeu suas prioridades.
        E até mesmo remorso pelo momento em que perdeu sua inocência.
        Pedra após pedra, culpa após culpa. Com o tempo, o fardo começa a pesar. Ficamos cansados. Como planejar o futuro, se toda a sua energia é requerida para carregar o passado?
        Não admira que algumas pessoas tenham a aparência miserável. O peso diminui o passo. Carregá-lo causa irritação. Ajuda a explicar a irritação em muitas faces, a lerdeza em muitos passos, a curvatura de muitos ombros e, mais do que tudo, o desespero em muitas atitudes.
        Você está disposto a fazer qualquer coisa para descansar um pouco.
        Então, leva o fardo de pedras ao escritório. Resolve trabalhar duro para esquecê-lo. Chega cedo e fica até tarde. As pessoas ficam impressionadas. Mas quando chega o momento de ir para casa, lá está ele – esperando para ser carregado.
        Você leva as pedras nos momentos de diversão. Com um nome desses deve ser um alívio. Então coloca-o no chão, senta-se no banquinho e bebe um pouco. A música aumenta e a cabeça fica mais leve. Entretanto, chega o momento de partir, e, ao olhar para baixo, lá está sua mochila.
        Você entra para a terapia. Senta-se no sofá com o fardo a seus pés, espalha todas as pedras no chão e as nomeia uma a uma. A terapeuta ouve. Ela demonstra empatia. São dados alguns conselhos proveitosos. Mas, quando termina a sessão, você é obrigado a juntá-las e levá-las consigo.
        Fica tão desesperado que tenta um encontro de fim de semana. Um pouco animador. Um tanto arriscado. Uma noite de paixão roubada. E, por um momento, o fardo fica mais leve. Mas acaba o fim de semana. Põe-se o sol de domingo, e a segunda-feira está às portas. E – novamente – seu fardo de culpas e rejeições.
        Alguém o leva à igreja. Quem sabe a religião não poderá ajudar! Mas, ao invés de remover algumas pedras, alguns bem intencionados porém desencaminhados pregadores podem adicionar outras no fardo. Os mensageiros de Deus às vezes magoam mais que ajudam. E você pode deixar a igreja com algumas pedras novas.
        O resultado? Uma pessoa caminhando pela vida preguiçosamente a carregar o peso do passado. Não sei se notou, porém é difícil ser atencioso quando se está carregando pedras. É penoso ser positivo quando se tem fome de afirmação. É difícil alguém ser perdoado sentindo culpa.
        Paulo faz uma observação interessante sobre a maneira de tratar as pessoas. Ele fala sobre o casamento, mas o princípio aplica-se a qualquer relação: “Quem ama sua mulher ama-se a si mesmo” (Ef 5.28). Há uma relação entre o que sentimos sobre nós mesmos e sobre os outros. Se estamos em paz com nós mesmos – se gostamos de nós mesmos – teremos paz com os outros.
        E a recíproca é verdadeira. Se alguém não gosta de si mesmo, é envergonhado, embaraçado ou nervoso, as outras pessoas saberão. A parte trágica da história da mochila de pedras é a nossa tendência de atirá-las nas pessoas a quem amamos.
        A menos que o ciclo seja interrompido.
        Isso leva-nos à questão: Como uma pessoa pode conseguir alívio?
        Como resposta, temos um dos mais belos versículos da Bíblia: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” (Mt 11.28-30).
        Você já sabia que eu iria citar estes versos. Posso vê-lo segurando este livro e acenando com a cabeça.
        - Já tentei isso, já li a Bíblia, já sentei no banco da igreja – mas nunca recebi alívio.
        Se este for o caso, posso fazer-lhe uma pergunta delicada porém refletida? Não teria você buscado a religião ao invés de Deus? Não teria ido à igreja sem conseguir ver Cristo?
        “Vinde a mim”, diz o versículo.
        É fácil ir ao lugar errado. Ontem mesmo fiz isso. Estava em Portland, Maine, pegando um avião para a cidade de Boston. Fui ao terminal, chequei a minha bagagem, peguei minha passagem e dirigi-me ao portão de embarque. Passei pela segurança, tomei assento e esperei até que o vôo fosse anunciado. Esperei, esperei e esperei.
        Finalmente, fui ao balcão perguntar à atendente e ela respondeu assustada:
        - O senhor está no portão errado.
        Imagine se eu tivesse ficado amuado e suspirando:
        - Bem, não deve haver nenhum vôo para Boston. Parece que estou preso aqui.
        Você teria dito:
        - Não é verdade. Você apenas estava no portão errado. Dirija-se ao portão de embarque correto e tente novamente.
        Não é o que você tem feito – Há anos vem tentando lidar com o seu passado. Álcool. Casos amorosos. Trabalho em excesso. Religião.
        Jesus afirma que Ele é a solução para o cansaço da alma.
        Vá até Ele. Seja honesto com Ele. Admita possuir segredos em sua alma com os quais nunca lidou. Ele já sabe quais são. Apenas está esperando que você lhe peça auxílio. Tão-somente aguarda que você lhe entregue o seu fardo de pedras.
        Vá em frente, e ficará completamente satisfeito. (Os que estiverem próximos a você também ficarão... será difícil atirar pedras depois que as tiver deixado aos pés da cruz.).

Transcrito do livro QUANDO DEUS SUSSURRA O SEU NOME, Max Lucado – Capítulo 17.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Quando todos os recursos falham

(enviado por Maria Regina)

última devocional de David Wilkerson postada no site de seu ministério, hoje, 27 de abril, quando o Senhor levou esse servo para si, falecido num acidente de carro.

Mas como ele mesmo escreveu nessa devocional: "Verás que tudo era parte de meu plano. Não foi um acidente"

O Senhor seja louvado!

Crer quando todos os recursos fracassam agrada muitíssimo a Deus e é altamente aceito por ele. Jesus disse a Tomé "Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram." João 20:29

Bem aventurados os que crêem quando não existe evidência de uma resposta a sua oração. Bem aventurados aqueles que confiam mais além da esperança quando todos os meios fracassaram.


Alguém chegou a um lugar de desespero, ao final da esperança e ao término de todo recurso. Um ser querido enfrenta a morte, e os médicos não dão esperança. A morte parece inevitável. A esperança se foi. Orou pelo milagre, porem, esse não aconteceu.

É nesse momento quando as legiões de Satanás se dirigem a atacar sua mente com medo, ira e perguntas opressivas como "Onde está teu Deus? Você orou até não lhe restaram lágrimas, jejuou, permaneceu nas promessas e confiou" Pensamentos blasfemos penetraram em sua mente: "A oração falhou, a fé falhou. Não vou abandonar a Deus, porem não confiarei Nele nunca mais. Não vale a pena!" Até mesmo perguntas sobre a existência de Deus acometem sua mente!

Tudo isso foi dispositivos que Satanás empregou durante séculos. Alguns dos homens e mulheres mais piedosos de todas as eras viveram tais ataques demoníacos.

Para aqueles que passam pelo vale da sombra da morte, ouçam essas palavras: O pranto durará algumas tenebrosas e terríveis noites, mas em meio a essa escuridão logo se ouvirá o sussurro do Pai: "Eu estou contigo. Nesse momento não posso lhe dizer por que, mas um dia tudo terá sentido. Verás que tudo era parte de meu plano. Não foi um acidente. Não foi um fracasso da tua parte. Agarre-se com força. Deixe Eu te abraçar nessa hora de dor"

Amado, Deus nunca deixou de atuar em bondade e amor. Quando todos os recursos falham, Seu amor prevalece: Aferre-se a sua fé. Permaneça firme em Sua Palavra. Não há outra esperança nesse mundo.

tradução: Armando Marcos

segunda-feira, 2 de maio de 2011

LIÇÃO DE VIDA PARA O OCIDENTE

(Texto enviado por Elizandra Girola)

Ao terminar de ler o texto abaixo, derrubei uma lágrima por dois motivos: tristeza por esse povo estar passando por essa prova tão difícil, e também por me questionar se serei capaz de ensinar à minha filha valores tão fortes como solidariedade, dignidade e caridade, a tal ponto dela agir como o garoto de nove anos agiu. Eu, infelizmente sinto em meu coração que por mais forte que tenho dentro de mim esses valores, não agiria dessa forma. De qualquer maneira, vale a pena ler para ao menos começarmos a refletir sobre nossas atitudes e começar a “podar” o nosso egoísmo.

LIÇÃO DE VIDA PARA O OCIDENTE

A carta abaixo foi escrita por um imigrante vietnamita que é policial no Japão (Fukushima). Foi enviada a um jornal em Shangai que traduziu e publicou. Eu procurei ser o mais fiel possível ao texto original. Espero que gostem!
Querido irmão,                                                       
                                                                
Como estão você e sua família? Estes últimos dias tem sido um verdadeiro caos. Quando fecho meus olhos, vejo cadáveres e quando os abro, também vejo cadáveres.                        
Cada um de nós está trabalhando umas 20 horas por dia e mesmo assim, gostaria que houvesse 48 horas no dia para poder continuar ajudar e resgatar as pessoas.                                                                                                     
Estamos sem água e eletricidade e as porções de comida estão quase a zero. Mal conseguimos mudar os refugiados e logo há ordens para mudá-los para outros lugares.                                
Atualmente estou em Fukushima – a uns 25 quilômetros da usina nuclear. Tenho tanto a contar que se fosse contar tudo, essa carta se tornaria um verdadeiro romance sobre relações humanas e comportamentos durante tempos de crise.          
As pessoas aqui permanecem calmas – seu senso de dignidade e seu comportamento são muito bons – assim, as coisas não são tão ruins como poderiam. Entretanto, mais uma semana, não posso garantir que as coisas não cheguem a um ponto onde não poderemos dar proteção e manter a ordem de forma apropriada.                                                                    
Afinal de contas, eles são humanos e quando a fome e a sede se sobrepõem à dignidade, eles farão o que tiver que ser feito para conseguir comida e água. O governo está tentando fornecer suprimentos pelo ar enviando comida e medicamentos, mas é como jogar um pouco de sal no oceano.                                                       
Irmão querido, houve um incidente realmente tocante que envolveu um garotinho japonês que ensinou um adulto como eu uma lição de como se comportar como um verdadeiro ser humano.                                       
Ontem à noite fui enviado para uma escola infantil para ajudar uma organização de caridade a distribuir comida aos refugiados. Era uma fila muito longa que ia longe. Vi um garotinho de uns 9 anos. Ele estava usando uma camiseta e um par de shorts.
Estava ficando muito frio e o garoto estava no final da fila. Fiquei preocupado se, ao chegar sua vez, poderia não haver mais comida. Fui falar com ele. Ele disse que estava na escola quando o terremoto ocorreu. Seu pai trabalhava perto e estava se dirigindo para a escola. O garoto estava no terraço do terceiro andar quando viu a tsunami levar o carro do seu pai.          
                                                                
Perguntei sobre sua mãe. Ele disse que sua casa era bem perto da praia e que sua mãe e sua irmãzinha provavelmente não sobreviveram. Ele virou a cabeça para limpar uma lágrima quando perguntei sobre sua família.
O garoto estava tremendo. Tirei minha jaqueta de policial e coloquei sobre ele. Foi ai que a minha bolsa de comida caiu. Peguei-a e dei-a a ele. “Quando chegar a sua vez, a comida pode ter acabado. Assim, aqui está a minha porção. Eu já comi. Por que você não come”? 
Ele pegou a minha comida e  fez uma reverência. Pensei que ele iria comer imediatamente, mas ele não o fez. Pegou a bolsa de comida, foi até o início da fila e colocou-a onde todas as outras comidas estavam esperando para serem distribuídas.                                             
Fiquei chocado.  Perguntei-lhe por que ele não havia comido ao invés de colocar a comida na pilha de comida para distribuição. Ele respondeu: “Porque vejo pessoas com mais fome que eu. Se eu colocar a comida lá, eles irão distribuir a comida mais igualmente”.                               
Quando ouvi aquilo, me virei para que as pessoas não me vissem chorar.
Uma sociedade que pode produzir uma pessoa de 9 anos que compreende o conceito de sacrifício para o bem maior deve ser uma grande sociedade, um grande povo.                              
Bem, envie minhas saudações a sua família. Tenho que ir, meu plantão já começou.                           
                                                                
Ha Minh Thanh 

 
DEZ COISAS A SEREM APRENDIDAS PELO JAPÃO
1 – A CALMA
Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.
2 – A DIGNIDADE
Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.
3 – A HABILIDADE
Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.
4 – A SOLIDARIEDADE
As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.
5 – A ORDEM
Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.
6 – O SACRIFÍCIO
Cinqüenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?
7 – A TERNURA
Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.
8 – O TREINAMENTO
Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.
9 – A IMPRENSA
Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas reportagens calmas dos fatos.
10 – A CONSCIÊNCIA
Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.        

"A palavra é do tempo, o silêncio da eternidade."

Atreva-se a seguir!

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A ARTE DE SORRIR

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